Da Segunda Elegia


[…] Olhai, as árvores são; as casas
que habitamos, resistem. Somente nós passamos,
permuta aérea, em face de tudo. E tudo conspira
para que silenciemos: o pudor, ou
quem sabe que indizível esperança.

(RILKE, R. M.; Elegias de Duíno)

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