Kundera


“Porque o desejo de ordem quer transformar o mundo humano num reino inorgânico em que tudo acontece, tudo funciona, tudo é submetido a uma vontade impessoal. O desejo de ordem é ao mesmo tempo desejo de morte, porque a vida é perpétua violação da ordem. Ou, inversamente, o desejo de ordem é o pretexto virtuoso pelo qual a raiva do homem pelo homem justifica suas sevícias.”

(KUNDERA, M.; A Valsa dos Adeuses, p. 103)

Nota: “sevícia”
(latim saevitia, -ae, furor, fúria, rigor) s. f.
1. Castigo corporal. = maus-tratos
2. Crueldade; desumanidade.

Nota: Mais usado no plural.”
Do Priberam.

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