[…]toda questão metafísica só pode ser formulada de um tal modo que aquele que interroga, enquanto tal, esteja implicado na questão, isto é, seja problematizado. Daí retiramos a seguinte indicação: a interrogação metafísica deve desenvolver-se na totalidade e na situação essencial do ser-aí questionador. Nós perguntamos, aqui e agora, por nós.

(HEIDEGGER, Martin; O que é metafísica, p. 113)

Na metafísica cumpre-se a essência da verdade. A metafísica funda uma era, na medida quem que, através de uma determinada interpretação do ente e através de uma determinada concepção de verdade, lhe dá o fundamento da sua figura essencial. Este fundamento domina por completo todos os fenómenos que distinguem essa era. Em sentido contrário, o fundamento metafísico tem de se deixar reconhecer nestes fenómenos, para uma meditação suficiente sobre eles. A meditação é a coragem para tornar no que é mais questionável [Fragwürdigste] a verdade dos pressupostos próprios e o espaço dos objectivos próprios.

(HEIDEGGER, Martin; A tempo da imagem no mundo, p.97)

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